Fluxo clínico-laboratorial / 6 min
Como enviar um caso clínico ao laboratório de prótese
Guia prático para dentistas enviarem casos clínicos com as informações que melhoram previsibilidade, prazo e qualidade protética.
Por que o envio completo muda o resultado
O laboratório interpreta uma combinação de preparo, oclusão, cor, expectativa estética, material e prazo. Quando esses dados chegam incompletos, a bancada precisa decidir com menos contexto ou interromper o fluxo para pedir confirmação.
Para o dentista, o ganho está em previsibilidade. Para o paciente, aparece como menos ajuste, menos retorno desnecessário e uma entrega mais coerente com o planejamento.
Informações que nunca deveriam faltar
Identifique o tipo de trabalho, região, material desejado, prazo, cor, tipo de cimentação e observações funcionais. Em casos sobre implante, inclua sistema, plataforma, componente, torque e objetivo de emergência.
Se o caso tem alta exigência estética, complemente com fotos, referência facial, provisória ou mock-up. A imagem não substitui a descrição clínica, mas ajuda a validar valor, textura e proporção.
Como deixar o pedido mais fácil de auditar
Use uma sequência padronizada. Primeiro descreva o objetivo do caso, depois material, cor, arquivos enviados, pontos críticos e prazo. Essa ordem facilita a conferência do laboratório antes de iniciar a produção.
Quando algo estiver indefinido, marque como pendente. Uma dúvida explícita é mais segura do que uma informação omitida.
Perguntas frequentes
Preciso enviar fotos em todos os casos?
Para trabalhos posteriores simples, nem sempre. Para anteriores, estética, reabilitações extensas, cor complexa ou casos sobre implante, fotos aumentam muito a qualidade da comunicação.
O checklist substitui contato com o laboratório?
Não. Ele organiza a base do envio. Casos complexos continuam se beneficiando de alinhamento direto entre dentista e laboratório.